A Revolução Verde no Mundo Fashion
Em 2026, a moda sustentável deixou de ser uma tendência passageira para se tornar o padrão. Grandes marcas como Stella McCartney e Gucci lideram o movimento com coleções cápsula feitas de materiais reciclados e orgânicos. A Semana de Moda de Paris dedicou 40% de sua programação a desfiles eco-conscientes, destacando designers como Marine Serre e Gabriela Hearst.
No Brasil, a SPFW (São Paulo Fashion Week) também aderiu à causa, com a estreia do selo ‘Moda Consciente’. Estilistas como Karoline Vitto e Isaac Silva apresentaram peças upcycling, enquanto a Renner lançou uma linha 100% biodegradável. Influenciadores, como Helena Bordon e Camila Coutinho, usam suas plataformas para promover o consumo consciente.
O consumidor final está mais exigente: segundo pesquisa da Fashion Revolution, 78% dos entrevistados preferem comprar de marcas que adotam práticas sustentáveis. A tecnologia também entra em cena, com tecidos feitos de ananá (fibra de abacaxi) e cogumelo, além de corantes naturais. A moda circular, com aluguel e brechós, ganha força: plataformas como Enjoei e Repassa registraram crescimento de 50% em 2026.
Mas nem tudo são flores. Críticos apontam o greenwashing como risco, e marcas como Zara e H&M ainda enfrentam desafios para serem totalmente transparentes. Ainda assim, a direção é clara: a moda do futuro é ética, estilosa e verde.
