O Festival de Cinema de Veneza, um dos mais prestigiados do mundo, começou com um tapete vermelho repleto de brilho e polêmica. Na abertura, a atriz Zendaya causou furor ao usar um vestido metálico sustentável, feito de materiais reciclados, em apoio à causa ambiental. Ela declarou: “A moda também precisa ser consciente”.
Timothée Chalamet, outro astro em ascensão, roubou a cena ao aparecer com um terno cor de lavanda, acompanhado de sua nova parceira, a cantora Kylie Jenner. O casal, que recentemente assumiu o relacionamento, foi alvo de especulações e flashes constantes.
Além da moda, os discursos dos artistas repercutiram. A diretora Greta Gerwig, presidente do júri, pediu mais representatividade feminina e diversidade no cinema. “Precisamos de mais histórias contadas por mulheres e minorias”, afirmou.
O festival também trouxe novidades: a estreia do filme “Duna: Parte 2” com Chalamet no papel principal, que recebeu críticas positivas da imprensa especializada. Já o documentário sobre a vida de Taylor Swift, dirigido por Martin Scorsese, promete ser um dos destaques da semana.
Nas festas noturnas, celebridades como Beyoncé, Rihanna e Lady Gaga se reuniram em uma celebração exclusiva promovida pela Chanel, gerando comentários nas redes sociais sobre a amizade entre elas. No entanto, o clima de glamour não escondeu as tensões: alguns atores criticaram a indústria por falta de transparência nos contratos de streaming.
Com a presença massiva de paparazzi e fãs, Veneza se tornou o centro do entretenimento global por dez dias. As próximas estreias incluem filmes com participação de Joaquin Phoenix e Natalie Portman, cujos nomes nos bastidores já geram expectativa para o Oscar 2027.
Apesar das polêmicas, o festival reafirma seu papel de vitrine para o cinema de arte, enquanto as celebridades transformam cada aparição em um evento midiático digno de análise sociológica.
