A nova era da moda sustentável
Nesta temporada, a moda sustentável deixou de ser tendência para se tornar protagonista. Grandes marcas e estilistas independentes estão investindo em tecidos inovadores, como o couro de cogumelo e o algodão orgânico reciclado, reduzindo o impacto ambiental. A inteligência artificial também entra em cena, ajudando a prever demandas e evitar desperdícios. A Semana de Moda de Paris foi palco de desfiles que uniram tecnologia e natureza, com peças que se decompõem em até 90 dias. A expectativa é que o mercado de moda sustentável cresça 25% até 2028.
Designers líderes da mudança
Stella McCartney, pioneira no segmento, apresentou uma coleção 100% vegana e com embalagens biodegradáveis. Já a brasileira Marina Bitu trouxe técnicas de upcycling com resíduos têxteis da Amazônia. A grife Osklen investiu em fibras de bananeira e cânhamo. O movimento ganha força com o apoio da ONU, que lançou o selo Fashion for Good, certificando marcas comprometidas com a sustentabilidade.
O papel do consumidor
Pesquisas mostram que 73% dos jovens entre 18 e 30 anos preferem comprar de marcas com práticas sustentáveis. As redes sociais impulsionam essa conscientização, com influenciadores digitais promovendo o consumo consciente. A tendência é que as fast fashion também se adaptem, investindo em programas de reciclagem e coleções cápsula.
